Viagem na classe executiva: sera que vale a pena?

Já perguntou a seus amigos e familiares quantos deles já voaram nas classes executivas de um avião? Se forem viajantes tradicionais, é possível que esse número seja bem baixo. Não: simulando a compra de uma passagem aérea entre São Paulo e Paris, por exemplo, vimos que a classe executiva custava quase o triplo da passagem tida como “comum”, a da classe econômica. Agora a passagem da primeira classe custava quase sete vezes mais.

A Classe econômica É a classe “comum”, na qual a maioria das pessoas viaja. Agora os benefícios dela são os mais simples e variam de companhia e tipo de voo. Em geral, as poltronas têm entre as 43 e 83 centímetros de largura, e o espaço entre as fileiras varia de 71 a 86 centímetros. Algumas companhias oferecem tomadas, e Wi-Fi e, em caso de voos mais longos, comida e entretenimento, como filmes, rádio ou até TV ao vivo.  Dentro da categoria econômica, existem subcategorias como Standard, Comfort, Premium. As principais diferenças são um espaço extra para as pernas, o acesso a uma sala de embarque um pouco mais confortável e embarque prioritário. As passagens para essas categorias especiais costumam custar um pouco mais, porém, em voos longos podem valer a pena. Agora a Classe executiva Conhecida também como Business, a classe executiva é a categorias de luxo mais comum nas companhias.

A Primeira classe Atualmente, é até difícil encontrá-la nos voos, já que a classe executiva é uma opção mais versátil, mais acessível e com boas qualidades E quem opta por viajar de primeira classe hoje em dia são milionários e celebridades.  Na primeira classe, pode haver suítes individuais no lugar de poltronas – quase como se você tivesse um quarto de hotel dentro do avião. Os comissários possuem um treinamento diferenciado para atender as vontades do passageiro e a comidas é um capítulo à parte, com cardápios elaborados por grandes chefes